Música Curadora Comprovada através de Pesquisa Médica

September 01, 2015

Música Curadora Comprovada através de Pesquisa Médica

sica Curadora Comprovada através de Pesquisa Médica
Provas Médicas, Matemáticas e Científicas
Demonstram a Eficácia da Música Sagrada Curadora.
Outubro/Cidade de Nova Iorque, NY.

 

Desde 2011, o Memorial Sloan Kettering Cancer Centre (MSKCC) na cidade de Nova Iorque, tem usado a meditação com mantra para os pacientes pediátricos, internados. Estes pacientes sofrem de neuroblastoma, a forma mais comum de câncer sólido extracraniano e o câncer mais comum na infância. Estes tumores surgem nos tecidos do sistema nervoso simpático e com frequência se espalham (metástases) para outras partes do corpo, inclusive antes que o diagnóstico seja feito. Atualmente o tratamento padrão consiste em imunoterapia com anticorpos específicos para conter e destruir os tumores. Apesar deste método ter aumentado a taxa de sobrevivência, de quase 100% de fatalidade para 80% de remissão, os tratamentos são frequentes e dolorosos. Estes anticorpos reconhecem e atacam a molécula que se transforma em neuroblastoma, mas também a predominante nos nervos periféricos normais. Como resultado, as crianças recebem altas doses de opióides na tentativa de reduzir a dor durante o tratamento e para o qual retornam a cada semana de maneira indefinida. As doses máximas de opióides permitidas não as liberam da dor intensa.

 

Meditação com mantra como intervenção médica.

Já que a meditação tem demonstrado, através de ensaios clínicos randomizados em adultos, reduzir a sensação da dor, uma equipe de pesquisadores foi estabelecida para estudar os efeitos da meditação com mantra nesta clínica aguda, na área pediátrica. A equipe de pesquisadores é liderada pela doutora Sonia Sequeira, PhD e Mahiuddin Ahmed, PhD, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center (MSKCC). Eles levantaram a hipótese de que esta forma de meditação pode ser a mais efetiva porque é musical, tem ritmo, é fácil de aprender, fácil de monitorar e transcende as barreiras de linguagem. Este programa de meditação inclui alongamentos suaves (isto é importante, já que as crianças permanecem acamadas por longos períodos de tempo), exercícios de respiração (pranayama),  mudra (vayu, pilar médio e tattva) e mantra (geralmente gravações do Dr. Joseph Michael Levry, Ra Ma Da Sa (Adagio), Guru Ram Das e I Am, as quais as crianças realmente gostam). A maioria das sessões tem início 20 minutos antes da terapia com anticorpos e continuam por 30 minutos ou mais após início do pico de dor, com duração de aproximadamente uma hora. Pais e tradutores para famílias estrangeiras se juntam e gostam da prática. As crianças de 3 anos foram capazes de completar uma sessão de 11 minutos de canto não importando o idioma falado.                                                   

As conclusões deste estudo piloto foram que a meditação com mantra é uma intervenção clinica viável em crianças de 3 a 13 anos de idade. Além disso, uma única sessão de mantra reduziu em 14%, a administração de opióides. Isto tem um grande significado ao longo de tratamentos repetitivos.  Estes resultados foram publicados no Journal of Pediatric Oncolgy and Hematology1

Olhando para o futuro da meditação com mantra como intervenção médica, e com o apoio do Departamento de Pediatria do MSKCC, os pesquisadores estão planejando um estudo mais amplo para verificar a eficácia do mantra nesta população. Especificamente estão interessados em observar a duração da remissão da doença e sobrevivência utilizando medições biológicas. Será que o treinamento do tônus vagal ajuda a alcançar remissão da doença nos tecidos do sistema nervoso simpático (SNS)? A meditação com som, reduzirá os marcadores biológicos que predizem resultados pouco promissores e sobrevivência? Para ajudar responder algumas destas perguntas, os pesquisadores iniciaram recentemente um estudo piloto em voluntários saudáveis para compreender melhor os mecanismos da meditação com som e esperançosamente transferir os resultados para a população pediátrica com câncer. Nós estamos ansiosos para compartilhar os resultados finais ao término do estudo.

 

A Nova Fronteira Médica

Pode a mudança na taxa da respiração durante a meditação do som ou mantra resultar em melhorias significativas no desempenho do cérebro e imunidade inata? Para responder esta pergunta, os doutores Sonia Sequeira, PhD, e Mahiuddin Ahmed, PhD, do Memorial Sloan-Kettering Cancer Center lançaram um estudo randomizado controlado dos efeitos da meditação com som sobre a atividade imunológica e autônoma do gene, cérebro e coração. A equipe de pesquisadores distribuiu aleatoriamente 30 indivíduos de experiências variadas em meditação em 3 diferentes projetos de mantra. Para colocar a prática em perspectiva, uma pessoa normal respira a uma taxa de 10 14 respirações/minuto, o nervo vago, que é responsável por restaurar os recursos energéticos e imunológicos depois de um evento estressante, é ativado quando a respiração baixa para 7 - 5 respirações/minuto, e estes mantras (gravações do Dr. Levry, Sat Nam Wahe Guru, Guru Ram Das e RaMa) reduzem a respiração para 3,5 2 respirações/min. Nossa hipótese é que esta mudança significativa na taxa respiratória não só induz uma resposta de relaxamento, responsável por mudanças significativas no coração, cérebro e na expressão genética (Jacobs et al.,1996, Lazar et al, 2000, Benson et al, 1975, Dusek et al, 2008) mas causam mudanças, profundas e únicas, na conectividade e desempenho do cérebro através da entrada vagal, com um impacto longo e duradouro no sistema endócrino e na imunidade inata. Em nossa experiência, este é o primeiro estudo que verifica a fundo, os efeitos mecânicos da meditação com som.

 

 

Até agora, 10 indivíduos estão inscritos neste estudo e tiveram a sua covariância da linha de base avaliada (fatores que podem afetar os resultados tais como, idade, experiência com meditação, saúde, indivíduo canhoto). Os pesquisadores compararam medidas subjetivas de atenção plena, saúde física e emocional, empatia, antes e depois de 40 dias de intervenção. Também mediram a habilidade pessoal de resolver problemas e tomar decisões. No início do estudo os indivíduos passaram por eletrocardiograma (EEG) e encefalograma (EKG) para medir o tempo real do cérebro, coração e atividades autonômicas durante 20 minutos, enquanto meditavam. Foi pedido para os indivíduos que praticassem em casa e mantivessem um diário de registro das atividades realizadas. Após 40 dias, eles retornaram para uma sessão final registrada por eletrocardiograma (EEG) e eletroencefalograma (EKG). Amostras de saliva foram coletadas na linha de base e acompanhadas, para análise do RNA, DNA e modulador imunológico. Os dados estão ainda sendo processados, entretanto, já podemos observar tendências interessantes. Os indivíduos com experiência em prática de meditação tiveram pontuação mais alta nas medidas de atenção e solução de problemas em comparação aos “novatos”. Eles também demonstraram maior tônus vagal na linha de base sugerindo que eles adquiriram resiliência ao longo dos anos com efeitos duradouros. Isso também sugere o domínio do coração sobre o processamento cerebral. Atividades cerebrais nos diferentes hemisférios são notavelmente sincronizados, durante a meditação com mantra, também foi observado diferentes resultados durante o pranayama, o mantra e a prece. Em seguida, os dados serão comparados com os praticantes “novatos”, e as diferenças em “novatos” antes e depois de uma única sessão de meditação com som será observada, assim como, antes e depois de 40 dias da prática. Isto irá revelar como a meditação com som constrói a saúde física e emocional depois de uma prática de 20 minutos/dia durante 40 dias. Atividade do cérebro e do coração serão correlacionadas a moléculas imunes significativas, especificamente aquelas moléculas que são prejudicadas nas enfermidades crônicas tais como câncer e as de risco cardiovascular. A equipe de pesquisadores utilizará estas medições em seu projeto pediátrico no MSKCC. Este projeto tem gerado interesse na unidade Pediatric Pain and Palliative Care e no departamento de Medicina Integrativa de adulto que convidaram os pesquisadores para colaborar com outros indivíduos.

No verão de 2015, a equipe de pesquisadores foi enviada para ensinar a meditação com som para a equipe de enfermeiras pediátricas, em uma de suas reuniões de bem estar. Isto foi tão bem recebido que foi imediatamente implementado um programa mensal de meditação matinal. Baseado neste programa, será realizado um estudo para investigar os efeitos da meditação com som e qualidade de vida das enfermeiras. Fundamental ao objetivo global de fornecer a melhor plataforma para recuperação e cura aos pacientes, existem agora planos para estudar os efeitos desta prática nos cirurgiões pediátricos, qualidade de vida e confiança do paciente nas medições médicas.

 

Estabelecendo o Instituto para Ciências da Meditação

Criando um futuro mais saudável através da pesquisa médica sobre os efeitos das práticas de meditação com mantra nos cenários clínicos

Com a finalidade de proporcionar uma entidade e um marco de referência para estes programas de pesquisa, foi formado o Institute for Meditation Sciences, uma organização sem fins lucrativos (501c3). Para cumprir com uma necessidade não atendida na comunidade científica foi criado em 2013, séries de Conferências sobre Avanços na Pesquisa de Meditação, incluindo diferentes tradições no âmbito da meditação. Em setembro de 2015, recebemos 20 conferencistas dos Estados Unidos, Canadá e Índia; 155 participantes vindos dos 5 continentes no Memorial Sloan Kettering. A conferência se tornou conhecida por seu rigor científico e sua abordagem de mente aberta dos antigos ensinamentos. Vinte artigos foram escritos para  publicação nos Anais da New York Academy of Sciences que reportam resultados que impactam nosso entendimento sobre o processo de envelhecimento, dor, bem estar social e preditores de doenças.

 

Alcançando uma nova perspectiva para a matemática da música curadora

Os acordes majestosos e a melodia de “Canon in D” de Johann Pachelbel são conhecidos por milhões de ouvintes, mas não é a notoriedade da peça que ganhou uma posição de destaque na gravação do aclamado Ra Ma Da Sa (Adagio) do Dr. Joseph Michael Levry. Ao juntar sua ampla experiência em engenharia com metafísica, Dr Levry apreciou a perfeição matemática que Pachelbel infundiu nessa composição, assim como fez Alissa Crans, professora associada de matemática na Universidade Loyola de Marymount.  De fato, a Sabedoria Divina Espiritual é a matemática da espiritualidade e quanto mais profundo o estudo das leis Universais, maior é a maravilha na inerente poesia contida nos números. Crans foi capaz de traduzir a famosa melodia de Pachelbel em uma equação matemática, a qual ela depois expressou como um padrão geométrico, revelando que a forma possuía simetria diedro (“dihedral”).2 Uma abundância de grupos diedro (“dihedral”) podem ser encontrados na natureza, desde a forma de um floco de neve, até a forma de uma estrela do mar, e mesmo a conformação das moléculas de DNA durante a síntese de proteína. Por sua descoberta, Dra. Crans ganhou, em 2011, o Prêmio Nacional Merten M. Hasse na Convenção da Associação Matemática da América. Isto explica porque Canon de Pachelbel, embora uma melodia simples para nossos ouvidos pouco treinados é na verdade profundamente complexo; seus polifônicos e uma textura homofônica nos dá pistas de sua majestosa origem. A melodia produz uma sensação de paz e harmonia que só pode ser descrita como uma sensação de “voltar para a casa”, um lugar no qual muitos de nós perdemos contato em nosso caminho evolutivo. Como irmãos gêmeos que crescem em famílias distintas, a única coisa que podemos fazer é amar o abraço caloroso de Canon de Pachelbel, cada vez que experimentamos nosso reencontro harmonioso. De fato, de acordo com um estudo, em 2011, conduzido na Universidade de Monash, na Austrália, revelou que o simples ato de escutar o Canon de Pachelbel  completamente, previne ansiedade, pressão alta e aumento da frequência cardíaca diante da exposição a situação de estresse, quando comparado com indivíduos que não contavam com a proteção do ”poderoso Canon”3. Entre outra pesquisa proeminente, existe um estudo que mostrou que o ritmo cardíaco dos pacientes torna-se mais organizado e melhorado, após escutarem esta melodia.

A esta altura, é provável que você tenha feito uma pausa na leitura deste artigo para ouvir o Canon de Pachelbel. Parece que os benefícios dessa peça clássica são infinitos, e quando falamos da música do Dr. Levry, não há coincidências. Por perfeitamente sobrepor o antigo mantra de cura Ra Ma Da Sa sobre esta melodia já muito suave, o resultado é uma peça de música revolucionária que tem a habilidade incomparável de restaurar a nossa saúde.                          O que faz com que esta gravação seja tão poderosa é que ao invés de utilizar a progressão harmônica original empregada por Pachelbel, Dr. Levry alterna os acordes “raiz” com acordes nos quais o terceiro acorde está, na tomada de graves, ocupando a posição do primeiro acorde.

O intervalo entre as hamonias do mantra e os acordes básicos criam a famosa Proporção Áurea ou número Fibonacci (0,618), encontrado também no Homem Vitruviano de Leonardo de Vinci. A proporção Áurea, também conhecida como a Proporção Divina pode ser encontrada em qualquer parte do corpo humano. Por exemplo, se medirmos a distância do topo da sua cabeça até o chão e dividi-la pela distância do seu umbigo e o chão o número resultante é PHI. O número PHI pode ser derivado da sequência Fibonacci. Pitágoras venerava este símbolo e a proporção áurea. Místicos antigos ao longo com cientistas proclamaram PHI ou 0,618 como a Proporção Divina. Esta maravilhosa peça musical aplica este belo número Divino para cura. A estrutura básica subjacente do Ra Ma Da Sa do Dr. Levry é o descendente  (com o  em seu caminho ao ).

A mesma sequência da linha mais baixa da composição musical e sua sequência harmônica se repete outra vez e outra vez, até chegar a 28 vezes. Do ponto de vista da ciência dos números, é uma constante subida e descida da Terra aos Céus e dos Céus à Terra, de maneira contínua. De acordo com a Sabedoria Divina Espiritual, este padrão matemático destaca a lei metafísica de cura, gravada pela primeira vez por Hermes Trismegistus,na Tábua de Esmeralda, que é o registro escrito, mais antigo, sobre o princípio metafísico da transmutação. Lê-se: “ascende com grande sagacidade da Terra ao Céu e então desce à Terra e combina os poderes das coisas superiores e inferiores”. A Tábua de Esmeralda (Tabula Smaragdina) foi altamente reconhecida pelos alquimistas europeus como o fundamento de sua arte e tradição hermética, porque continha o segredo da transmutação. Quando aplicado à cura este processo, simplesmente estabelecido, é o processo de transformação de um corpo enfermo em um são.

As mesmas progressões de oito acordes são usadas em uma sequência através do Ra Ma Da Sa e na composição Canon de Pachelbel, que está arranjado da seguinte maneira: Ré maior (tônico), La maior (dominante), Si menor (submediante), Fá sustenido menor (mediante), Sol maior (subdominante), Ré maior (tônico), Sol maior (subdominante) e La maior (dominante). De acordo com a lei de correspondência, cada nota tem uma correlação a uma parte da anatomia humana. O que é fascinante destacar é que, a primeira nota Re maior, estimula a mente e o sistema nervoso e a última nota, estimula a reparação de células e tecidos. Parece que Ra Ma Da Sa de Dr. Levry busca reeducar o corpo, ativando o seu processo de cura inato, apresentando-o continuamente com o padrão para a saúde, codificado em uma melodia simples e bonita.                                                                              

À luz dessas novas descobertas é fácil obter uma apreciação recém-descoberta por este CD de profunda ação curadora. O poder da oração e da meditação em sua aplicação para a cura tem uma longa história de ser comprovadamente eficaz não só por um grande número de experiências pessoais mas também por pesquisas médicas conduzidas ao redor do mundo. Um estudo realizado em San Francisco General Hospital, por exemplo, observou o impacto da oração em 393 pacientes cardíacos. A metade dos pacientes receberam orações de um grupo de pessoas não conhecidas, que só tinham os nomes dos pacientes. Estes pacientes tiveram menos complicações, menos casos de pneumonia e necessitaram de menos medicamentos. Também se recuperaram mais rápido e tiveram alta mais cedo do hospital.4   Na nossa compreensão de energia e intenção do século XXI é importante notar que os benefícios curativos da intenção e meditação não são limitados pela distância.  Um grande exemplo é a experiência do Dr. Robert Mishak com a gravação de Ra Ma Da Sa. Dr. Mishak estava visitando seu pai, que se encontrava em um hospital devido a um sério problema de coração, sem a certeza de que sobreviveria.

Aquela tarde, sua esposa lhe ligou para contar-lhe que um grupo de pessoas meditariam para enviar energia de cura a seu pai, com a ajuda da melodia Ra Ma Da Sa.

Dr. Mirshak se sentiu comovido com tal notícia. Possuindo um Doutorado em Artes Musicais em Performance Vocal, ele tinha uma apreciação acadêmica pela melodia curativa e, embora cético,  acolheu essa ação gentil.  “Sem o conhecimento do meu pai, e no momento exato em que a meditação estava acontecendo, meu pai disse ter visto Anjos. Sentou-se na cama do hospital e falou sobre como a luz estava bonita neste momento. Ele não acreditava que esta experiência pudesse ser possível e honestamente nem eu. Dois dias depois, meu pai recebeu alta do hospital com os médicos e nossa família completamente perplexos com a sua repentina recuperação. Os médicos não sabiam como ele poderia ter se recuperado tão rapidamente. Desde então, o coração do meu pai tem se mantido forte e saudável. Este evento mudou a vida do meu pai e a minha para sempre. Desde então, ele é uma pessoa diferente.”

 

Referências:

  1. Ahmed M, Modak S, Sequeira S, 'Acute pain relief after Mantram meditation in children with neuroblastoma undergoing anti-GD2 monoclonal antibody therapy,' J Pediatr Hematol Oncol. 2014 Mar; 36(2):152-5.

http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/24065045

  1. Crans AS, 'Musical Actions of Dihedral Groups,' The American Mathematical Monthly, vol. 116, no. 6, June 2009, pp. 479-495. https://www.maa.org/sites/default/files/pdf/upload_library/22/Hasse/Crans2011.pdf
  1. Knight WE, Rickard PhD NS, 'Relaxing music prevents stress-induced increases in subjective anxiety, systolic blood pressure, and heart rate in healthy males and females,' J Music Ther. 2001 Winter; 38(4):254-72. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/11796077
  1. Byrd RC, 'Positive therapeutic effects of intercessory prayer in a coronary care unit population,' South Med J. 1988 Jul; 81(7):826-9. https://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/3393937

 

 

 

 





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